Introdução…
Retomando o projecto inicial, finalmente, começa a análise das palavras de Carolina Salgado (CS), no livro “Eu Carolina”. A ambiguidade de algumas acções descritas na obra e a subjectividade em torno de diversos personagens, obrigam a um olhar mais atento sobre as declarações publicadas. Aqui ficam pistas para se tentar perceber o verdadeiro objectivo por trás das afirmações, muitas vezes pouco concretas e incriminatórias.
Na dedicatória do Livro CS “agradece” a Jorge Nuno Pinto da Costa (PC) tudo o que ele lhe ensinou. Esta frase levanta algumas questões. Depois de se ler o livro fica em aberto o que terá PC ensinado a CS. Terá sido sobre futebol e corrupção? Sobre o sistema Judicial e crime organizado? Nas “Palavras de Agradecimento” CS refere que não foi fácil revelar alguns momentos lastimáveis da sua vida. Que episódios são esses? Ter contratado os agressores de Ricardo Bexiga, o antigo vereador socialista da Câmara Municipal de Gondomar?
Talvez, por isso, CS acrescente que demorou a decidir-se sobre a concretização do projecto literário. Importa saber o que a incentivou e porquê? Terá sido por vingança ao Presidente do Futebol Clube do Porto? Por outro lado, será que foi pressionada para não escrever? Houve alguém que a tentasse demover de avançar com a obra?
Pois se o fez sem não temer as consequências que daí pudessem surgir, os primeiros efeitos já se fizeram sentir – a colaboração com o Ministério Público, no âmbito do Processo Apito Dourado. Temia consequências judiciais e criminais? Ou, no campo pessoal, tinha medo de ser ameaçada pelas informações reveladas, e pelas pessoas que compromete?
Se pediu para a ajudarem no intento de escrever uma obra, e se não sabia o que fazer para lhe dar seguimento na área da edição de livros, está aqui a resposta à dúvida seguinte. Se tinha intenção de escrever um livro, o objectivo final não era publicá-lo?
Não queria ajuda, mas pediu-a a Maria Fernanda Freitas… Não queria incomodar terceiros, com medo dos incómodos a que poderiam sujeitar-se. Que implicações eram essas que previa? Concretizaram-se? Tinha ódios de estimação ou ganhou mais inimigos com o lançamento do “Eu Carolina? Quem são esses opositores?
As ambiguidades da escrita começam logo aqui, antes dos capítulos. Porque é que não dá nomes às pessoas e porque é que não identifica muitos actos de forma clara?
O excesso de zelo, e os cuidados para escrever defensivamente, mas de forma ofensiva, prejudicaram a qualidade do português do Livro. De fora desta análise ficam os momentos da esfera da vida privada, excepto aqueles que podem ter interesse jornalístico.
Se queria publicar um livro, seria bom que soubesse o que estaria a fazer desde o início. Não se percebe porque é que não acreditava no que estava a fazer. Seria algo assim tão grave e transcendente?
E porque é que a doutora Tereza Coelho, da editora Dom Quixote a havia de reconhecer? Considera-se uma figura pública? Uma estrela… decadente, pois a existência mediática era assegurada em função de PC? Porque é que, então, ficou feliz, quando a editora não fez qualquer comentário, quando não a reconhceu?
E, se nunca foi casada com PC, porque é que se refere a si própria como ex-mulher de PC?
Isto vem ao encontro da falta de confiança e do espírito derrotista, quando não acreditava que a obra teria sucesso comercial. É complicado não acreditar no produto que se “vende”. Mas, em termos de vendas, verificou-se precisamente o contrário. O livro “Eu, Carolina” tem-se revelado um best-seller. A questão, agora, é como reage ao êxito literário?
Se considera os textos um longo desabafo, pela qual é a única responsável, porque é que o considera uma auto-biografia, quando na realidade se trata de um livro de revelações?
E porquê tanto cuidado para não implicar terceiros? Ainda por cima tem poucos amigos, como refere, será que os seus comportamentos são anti-sociais? Não é essa a imagem que passa nas fotografias das revistas “light”.
Deixa uma nota de agradecimento a todos que, durante o processo de criação da peça literária, acreditaram, realmente, em si. Existiriam motivos para não acreditarem? Ou serão esses os bajuladores de quem se rodeou no passado durante vários anos? Quem eram essas pessoas? Em que áreas profissionais actuam, e porque é que lhe metem dó?
Qual era, verdadeiramente, o ambiente que a cercava? Deduz-se que seria um mau ambiente, mas quem escolhia as suas companhias, por si?
Com que mundos opostos é que contactou? Considera-os opostos porquê? Afinal viveu anos da sua vida rodeada de bajuladores, mas só contactou, ao de leve, com esses mundos opostos. Não os viveu, portanto? Aqui parece que sabe bem distinguir o correcto do incorrecto, ou será que não?
Na dedicatória do Livro CS “agradece” a Jorge Nuno Pinto da Costa (PC) tudo o que ele lhe ensinou. Esta frase levanta algumas questões. Depois de se ler o livro fica em aberto o que terá PC ensinado a CS. Terá sido sobre futebol e corrupção? Sobre o sistema Judicial e crime organizado? Nas “Palavras de Agradecimento” CS refere que não foi fácil revelar alguns momentos lastimáveis da sua vida. Que episódios são esses? Ter contratado os agressores de Ricardo Bexiga, o antigo vereador socialista da Câmara Municipal de Gondomar?
Talvez, por isso, CS acrescente que demorou a decidir-se sobre a concretização do projecto literário. Importa saber o que a incentivou e porquê? Terá sido por vingança ao Presidente do Futebol Clube do Porto? Por outro lado, será que foi pressionada para não escrever? Houve alguém que a tentasse demover de avançar com a obra?
Pois se o fez sem não temer as consequências que daí pudessem surgir, os primeiros efeitos já se fizeram sentir – a colaboração com o Ministério Público, no âmbito do Processo Apito Dourado. Temia consequências judiciais e criminais? Ou, no campo pessoal, tinha medo de ser ameaçada pelas informações reveladas, e pelas pessoas que compromete?
Se pediu para a ajudarem no intento de escrever uma obra, e se não sabia o que fazer para lhe dar seguimento na área da edição de livros, está aqui a resposta à dúvida seguinte. Se tinha intenção de escrever um livro, o objectivo final não era publicá-lo?
Não queria ajuda, mas pediu-a a Maria Fernanda Freitas… Não queria incomodar terceiros, com medo dos incómodos a que poderiam sujeitar-se. Que implicações eram essas que previa? Concretizaram-se? Tinha ódios de estimação ou ganhou mais inimigos com o lançamento do “Eu Carolina? Quem são esses opositores?
As ambiguidades da escrita começam logo aqui, antes dos capítulos. Porque é que não dá nomes às pessoas e porque é que não identifica muitos actos de forma clara?
O excesso de zelo, e os cuidados para escrever defensivamente, mas de forma ofensiva, prejudicaram a qualidade do português do Livro. De fora desta análise ficam os momentos da esfera da vida privada, excepto aqueles que podem ter interesse jornalístico.
Se queria publicar um livro, seria bom que soubesse o que estaria a fazer desde o início. Não se percebe porque é que não acreditava no que estava a fazer. Seria algo assim tão grave e transcendente?
E porque é que a doutora Tereza Coelho, da editora Dom Quixote a havia de reconhecer? Considera-se uma figura pública? Uma estrela… decadente, pois a existência mediática era assegurada em função de PC? Porque é que, então, ficou feliz, quando a editora não fez qualquer comentário, quando não a reconhceu?
E, se nunca foi casada com PC, porque é que se refere a si própria como ex-mulher de PC?
Isto vem ao encontro da falta de confiança e do espírito derrotista, quando não acreditava que a obra teria sucesso comercial. É complicado não acreditar no produto que se “vende”. Mas, em termos de vendas, verificou-se precisamente o contrário. O livro “Eu, Carolina” tem-se revelado um best-seller. A questão, agora, é como reage ao êxito literário?
Se considera os textos um longo desabafo, pela qual é a única responsável, porque é que o considera uma auto-biografia, quando na realidade se trata de um livro de revelações?
E porquê tanto cuidado para não implicar terceiros? Ainda por cima tem poucos amigos, como refere, será que os seus comportamentos são anti-sociais? Não é essa a imagem que passa nas fotografias das revistas “light”.
Deixa uma nota de agradecimento a todos que, durante o processo de criação da peça literária, acreditaram, realmente, em si. Existiriam motivos para não acreditarem? Ou serão esses os bajuladores de quem se rodeou no passado durante vários anos? Quem eram essas pessoas? Em que áreas profissionais actuam, e porque é que lhe metem dó?
Qual era, verdadeiramente, o ambiente que a cercava? Deduz-se que seria um mau ambiente, mas quem escolhia as suas companhias, por si?
Com que mundos opostos é que contactou? Considera-os opostos porquê? Afinal viveu anos da sua vida rodeada de bajuladores, mas só contactou, ao de leve, com esses mundos opostos. Não os viveu, portanto? Aqui parece que sabe bem distinguir o correcto do incorrecto, ou será que não?

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