Capítulo 4…
CS continua a levantar suspeitas sem as concretizar, sobre pessoas que não identifica. Carolina Salgado (CS) trabalhou, pelo que diz vezes sem conta, num local frequentado por pessoas muito influentes da nossa sociedade. Este tipo de frase, pouco inocente, já levanta perguntas previsíveis. Quem eram essas pessoas? Porque fala tanto nelas? Havia situações de tráfico de influências no Calor da Noite?
Identifica uma dessas pessoas como Joaquim Oliveira. CS refere que ele exerce um domínio significativo sobre os órgãos de informação que detinha. Nada de anormal aqui, não viesse a afirmação de quem vem. Quando diz domínio quer dizer manipulação? Favorecimento ao Futebol Clube do Porto? Ou dominava também ele o panorama nocturno e noctívago por onde CS se movia? Isto, porque de acordo com a autora, a presença dele era sempre sinónimo de festa de arromba, e de despesas pagas a outros. Quem eram essas pessoas que acompanhavam o Joaquim Oliveira?
NA noite em que viu Pinto da Costa (PC) entrar no referido bar ficou surpreendida e chocada por ele frequentar uma casa daquela natureza. Quer dizer, habituada a ver gente da alta roda a entrar pela porta do Calor, porquê a surpresa? Se a situação a chocou, porque é que CS lhe contou tudo sobre a vida passada, e porque é que no livro “Eu, Carolina” não conta tudo sobre o passado recente?
Sabe mais do que escreve, isso é notório. Sobre PC desabafa que ele se revelava um homem diferente da imagem pública que transmitia. Agora, a pergunta é se no bom, ou no mau sentido? Ou será que esta avaliação foi apenas inicial, e se veio a mudar com o passar do tempo?
Identifica uma dessas pessoas como Joaquim Oliveira. CS refere que ele exerce um domínio significativo sobre os órgãos de informação que detinha. Nada de anormal aqui, não viesse a afirmação de quem vem. Quando diz domínio quer dizer manipulação? Favorecimento ao Futebol Clube do Porto? Ou dominava também ele o panorama nocturno e noctívago por onde CS se movia? Isto, porque de acordo com a autora, a presença dele era sempre sinónimo de festa de arromba, e de despesas pagas a outros. Quem eram essas pessoas que acompanhavam o Joaquim Oliveira?
NA noite em que viu Pinto da Costa (PC) entrar no referido bar ficou surpreendida e chocada por ele frequentar uma casa daquela natureza. Quer dizer, habituada a ver gente da alta roda a entrar pela porta do Calor, porquê a surpresa? Se a situação a chocou, porque é que CS lhe contou tudo sobre a vida passada, e porque é que no livro “Eu, Carolina” não conta tudo sobre o passado recente?
Sabe mais do que escreve, isso é notório. Sobre PC desabafa que ele se revelava um homem diferente da imagem pública que transmitia. Agora, a pergunta é se no bom, ou no mau sentido? Ou será que esta avaliação foi apenas inicial, e se veio a mudar com o passar do tempo?

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